domingo, junho 28, 2009

WERNER DASPET MASTER - MARROM SUPER-PESADO - medalha de ouro do Centro Oeste do CBJJE - Confederação Brasileira de Jiu Jitsu Esportivo


WERNER DASPET MASTER - MARROM SUPER-PESADO
medalha de ouro no BRASILEIRO CENTRO-OESTE



Werner Daspet sagrou-se campeão, recebendo medalha de ouro na categoria master super pesado - faixa marrom super pesado.
O Campeão do Centro Oeste pela Confederação Brasileira de Jiu Jtisu Esportivo - CBJJE, na sua categoria, participou do evento promovido neste final de semana pela Federação Brasiliense de Jiu Jitsu, e, foi representando MS pela academia Isaias Jiu Jitsu, de Campo Grande.
O evento realizou-se no GINÁSIO DO CRUZEIRO, 28 jun 2009 - as 13,30 hs - Brasilia-DF.





sábado, junho 27, 2009

Um Voar Maior de Nuvens...



Um Voar Maior de Nuvens...
Delasnieve Daspet



Quando o sol descer suave,
O vento soprar docemente,
Vermelho-hibisco, a lua surgir,
Estarei esperando!

O tempo será apenas
Um voar maior de nuvens
Pois tudo que tenho é o agora.

Exíguo momento que se esvai
Buscando o futuro que já é passado,
Quando já nada importa!

Pergunto: para que a pressa?
Perdi-a pelas andanças,
Ando tão lentamente,
Olhando, tudo, duas vezes.


Por outro lado,
Já não percebo, e, não me importo,
Com o que há além do amanhã...

Continuo...e, mesmo que não entenda
Vejo as estrelas, olhos fugazes;
Ouço o trovão, voz que assusta;
Luzes que acendem, pirilampos na noite;

Forças do universo e de minh´alma
Que me perpassam como uma faca
Em pote de manteiga...

Noite, rosas perfumadas,
Vaga-lumes, lanternas ,
Raio, calor que abrasa,
Orvalho, lágrimas no olhar,
Bruma, que me envolve e toma;
Solidão, que abraça um invólucro,
Caixa vazia...

*** Delasnieve Daspet
15-07-04 - 09,30 hs
Campo Grande MS

quarta-feira, junho 17, 2009

Dizer Adeus




Dizer Adeus

Delasnieve Daspet

Adeus.
Fecho o livro,
Baixo a cortina,
Apago a luz.
Encosto a porta,
O sino dobra,
Saio agora.

Dizer adeus torna tudo tão real,
A verdade perfeita na palavra sutil
De cinco letras.

Digo adeus,
Para depois, não sentir a ausência...
Pois, a razão da dor, é o não se despedir.

Talvez te veja um dia...
Ou quem sabe, mais tarde,
Quando o tempo do verbo já for passado...

Consciente ou inconsciente
Somos páginas viradas do fim anunciado...
Adeus!

Campo Grande MS
23-06-04

terça-feira, junho 16, 2009

Estigma




ESTIGMA

Delasnieve Daspet


Ser pobre
Sempre foi um estigma.
Houve momentos - e ainda há -
em que a pobreza material
Foi e é banalizada pela sociedade!

Pobre é bandido! - Se diz!...
Não é, não!
Miseráveis sofrem a miséria
Que lhes é imposta
Por uma sociedade injusta,
Sem leis,
Sem verdades!

Pra que miséria maior
Que essa chaga política
Que abrigamos?
Eles vivem a miséria moral
E nós - a desdita de aturá-los!

Vivemos em estado de perplexidade
Das cobranças que nos fazemos!
De que honra falar?
Em qual verdade investiremos?
A cada gesto impune
Se destrói a ilusão que nasce!

Por que temos de carregar
Este estigma?!
Este sinal infamante
Que nos foi legado pela história
De sermos um povo bom, passivo e corrupto?!

Vamos sair da miséria moral
Em que chafurdamos no dia a dia.
E que o nosso estigma seja
Receber o pólen que fecunda
A flor da esperança!

A oportunidade nos é dada....
Obrigue-se a extirpar as chagas,
Exerça teu direito!
*DD_ 17- 02 -2002
Campo Grande MS

domingo, junho 14, 2009








Assim Como As Folhas Que Tremem...
Delasnieve Daspet


Assim, como o sol que se curva a cada manhã;
Assim, como as folhas que tremem
Com a brisa refrescante;
Assim, como um pássaro a céu aberto,
Numa ânsia que toma,
Assim, no meu silêncio, este lamento.

Escrevo no pó da estrada
A profunda dor de minha mágoa.
E na aridez de minha saudade,
Com o canto preso na garganta,
Sou a lágrima triste
Que pinga sobre tua lembrança!

Assim sou, assim sigo
Um mero reflexo na janela...
Esta mentira é tão real que dá pena,
Sem perceber, sou eu mesma, quem vaga,
Na multidão que não passa...

CAMPO GRANDE MS
31.05.04

sábado, junho 13, 2009


DELASNIEVE DASPET E O MUNDO DOS POETAS.
De João Justiniano da Fonseca

Há pessoas que seguindo caminhos diferentes se destacam e evoluem no correr do tempo por razões várias em espaços diversos. Há as que percorrem as mesmas trilhas em igual espaço, por razões idênticas. Chegam ao mesmo destino na trajetória terrena. Ao cabo, dizem uns - dei conta do recado, cumpri a missão - falam outros. Fecham o círculo da vida.Os poetas e os deuses cursam a senda espiritual. E, mansamente, de braços dados, pisam passo a passo os longínquos chãos do sonho e da esperança. Por vezes, tomam asas e voam milhas à busca do destino. Não cansam, não gemem, não recuam. O destino de ser deus ou ser poeta traz o elo especial do incomensurável, que prende ao infinito azul. Os poetas e as deusas, os deuses e as poetas são o extrato do belo iluminado, do ouro pingando cristal, do cristal derramado em faíscas multicoloridas para enfeitar um pouco mais o belo da poesia. E esse todo que avistamos no éter azul sem limite, vale como pão que alimenta os deuses e os poetas, é o seu tudo e o seu todo, sua poesia - seu próprio ser. Materialmente simples criatura terrena, espiritualmente reproduzindo ninfas, para criar o eterno, o poeta memorializa a eternidade e aí se transfigura. Poeta e deus, deus e poeta, luz e beleza.Estas lembranças de navegante interplanetário, confundindo entre si o material e o espiritual, que em termos de poética são irmãos siameses, vêm acerca de Delasnieve Daspet, a poeta maior da contemporaneidade brasileira na sua força de expressão, em sua capacidade de ser e sua condição pessoal de realizar.Admirável, impressionante como criatura humana, diviniza-se para o milagre do trabalho. Embaixadora de Poetas Del Mundo no Brasil e Embaixadora da Paz, de tanto produzir e comunicar deixa a impressão de que mora à frente do computador, aí come e bebe, dorme e acorda produzindo belos poemas, criando textos, divulgando pessoas, oferecendo informações. Carrega-o debaixo do braço, trabalha a bordo do avião que navega pelo Brasil e pelo exterior, de pouso em pouso pregando paz e poesia, viver humanizado entre seres que desumanamente se hostilizam por hostilizar-se – alguma coisa assim como se praticassem o esporte do mata e morre.Vem, a pouco, a poeta maior, de lançar na Cidade Luz o seu caçula – DE LIBERTÉ EN LIBERTÉ, bilíngüe em português e francês. Como em regra no seu rico trabalho intelectual, canta, neste livro, as belezas da vida e da natureza, fala de amor e florestas, ela que é em parte amazônica dos pantanais de Mato Grosso do Sul, em parte universal. Junta o amor à pessoa humana e o amor à flora, para pregar, no canto, a paz entre os homens, como indivíduos, como povos.A paz, senhores, a paz! Parece que as tradições já marcam como destino humano a guerra entre os povos? Desde que se conta a história humana a guerra está viva. Nunca parou de existir, nem um dia fechou o maldito bocão dos canhões e das metralhadoras. Agora são mísseis de longa distância. Os líderes que comandam nosso destino são insensíveis à dor do semelhante? Eles não vão pessoalmente ao campo de batalha, mandam à distância, não imaginam, sequer, a dor de que são causa. Quem nos dirá que no amanhã, quando chegar a era da comunicação interplanetária, os planetas entre si conhecidos, entre si não guerreiem numa luta de fim de vida, caminhando para a escuridão total? E por quê? Porque o destino das pessoas marca o signo da guerra? Porque a cultura universal milenar criou o destino da estupidez? Maldita seja a guerra entre os homens, irmã Delasnieve Daspet. Eu a acompanho na leitura e no sentimento, no amor à paz. Falta-me a força de espírito que te move, a capacidade e o preparo intelectual para gritar contigo ao mundo inteiro. Certo, certo, certo é que no meu ler constante, no meu velho observar, chego à feliz conclusão de que no mundo inteiro o sentimento maior e a vontade predominante estão contigo pela paz entre os homens e entre os povos. Falta, para que isso se efetive, um toque, um quê de superior à mente humana. Um dia a corneta do destino tocará dos infinitos azuis o canto de paz universal e os homens entre si, feitos em poetas e deuses de braços dados andarão em terra, voarão no espaço contigo. Deus a salve, querida amiga, na tua pregação missioneira de amor.
João Justiniano
Publicado no Recanto das Letras em 09/06/2009Código do texto: T1639606http://joaojustiniano.blog.terra.com.br/delasnieve_daspt_e_o_mundo_dos_poetas
joaojustiniano@terra.com.br


POESIAS



1.
Lembrarás, Um Dia!
Delasnieve Daspet



De braços abertos
ofereci meu amor.
Minha palavra não é lixo
e será lembrada.
Lembrarás, um dia, quando tudo já for em vão.

Por isso as escrevo...
Se as deixar soltas, espalhadas,
como páginas de um livro rasgado,
estarão perdidas.

Por isso eu afirmo:
Não vou amar de novo!...
Construi um muro, fechei os quatro cantos,
já não quero olhar a estrela que
brilha ao meu lado...

Já não quero lembranças saídas do passado.
Dores marcadas a ferro, tatuadas n´alma,
na pele, com aço.
Não vou lembrar imagens que
sugiram saudades, não vou!

A amargura é colossal,
alta, profunda, larga, dolorida.
Não se pode ignorar, galgar,
transportar, arrancar.
É imensa, como uma nuvem, que tudo tolda.

Já não quero nada que me lembre o amor,
já não quero me lembrar do nascer do sol,
da lua pequenina na colina,
da viola de cordas mortas,
e da voz do poeta canta-dor ...
Mas tu... lembrarás, um dia!
__DD -13-03-04 0,25 hs
Campo Grande MS


2.
Despedindo-me do passado...

Delasnieve Daspet


Foi tudo tão breve.
A tua presença, estrela peregrina,
foi tragada pela terra,
naquela noite triste.

O céu fez questão de ocultar
qualquer lembrança tua,
e no silêncio profundo,
que validade teriam minhas saudades?

Duas lágrimas quentes rolam pelas faces,
pois te lembro, tênue luz brilhante,
que o tempo vai esmaecendo...
Mas, vou me lembrar para sempre!

Oh! quantas vezes te busquei?
Vasculhei oceanos, desci a abismos,
viajei o cosmo inteiro.
Movi céus e terras,
finalmente, te encontrei!

Pássaro errante,
sinto tua presença
como sinto o vento.
Sei que estas ao meu lado,
mesmo não te vendo!

Te ouço, te sinto, te espero
séculos e séculos.
Perdura, em mim, o som de tua melodia,
e me chegas no frescor da manhã,
como uma rosa matutina.

Despeço-me do passado triste e solitário,
sei, hoje, o meu destino,
sem ti, tudo foi dor e treva..
Mas eu te encontrei,
juro, ser tua, para sempre!
___DD - 17 - 04 - 04 - 23,44 hs
Campo Grande MS

3.
Primeiro Amor.

Delasnieve Daspet


Imaginei-me jovem,
Sentada ao teu lado na beira do rio,
Tua pele brilhando ao sol.
Não me lembro da conversa
Só da sensação do primeiro amor.

Deitada - ouvia o sussurro da floresta,
O coração falhava uma batida,
Na doçura do casulo que nos envolvia.

Ficávamos à sombra da mangueira,
Na tarde preguiçosa dos dias,
Emudecidos pelo prazer de amar.

E falávamos.....
Tanto havia a ser dito
Como se houvéramos guardado para nós
Tudo o que não podia ser expressado.

E no caminho formado pela lua sob as águas,
Ligando o rio e o horizonte,
Andamos, quebrando as ondas no escuro
Entregues aos sonhos...

O primeiro amor marca profundamente.
Invade nosso sangue,
Toma conta d´alma.

Se for o amor verdadeiro
Nos dará também a segurança de navegar
Pela vida, completo, unidos,
Um porto contra todas as tormentas...
DD-20-08-03 - 23,55 hs
Campo Grande MS



4.
Ora lembrança já saudade....

Delasnieve Daspet



Mesmo que minha voz seja o silêncio,
que minhas palavras sejam plúmbeas nuvens,
meu olhar, água parada, sem vida,
minhas mãos pendam para o vazio,
ainda assim, haverá sons nos prazeres ,
sons vibrantes, de meus sonhos,
sons em versos, poesias, palavras e melodias,
que balança, desfolhadas pelo vento...

Anoitece tão rápido, tão repentinamente
Não me acostumo: ora sol já é lua.
Ora lembrança já saudade,
através da densa névoa que flutua
pensamentos e e anseios ligados entre si.
Nem posso escolher se vou ou se fico...
.... e sigo!


A vida hoje já passou e sinto saudades
do novo que espero viver.
Não é preciso lua no céu,
nem uma lagoa azul,
não quero estrelas brilhando,
nem uma viola tocando,
não preciso de surpresas...
Quero - com os olhos abertos,
pés plantados no chão,
que meus sonhos se tornem realidade.
_DD_ 30de janeiro de 2004
Campo Grande MS


5.


Liberdade de partir.

Delasnieve Daspet


Eu podia gritar,
Podia mentir,
Podia dizer a verdade
sem necessidade de camuflar o sentir.

Mas... para que?
Nada do que faça irá mudar a situação.
Quanto mais solta as rédeas
Mais pesado é o grilhão.

E cansada vago pela terra,
Pelos céus, pelos mares,
Pelos montes e pelos vales
Procuro a dor dourada que consome.

E na suave descida
Do cinza pálido do alvorecer,
Buscando o sonho aprendo,
Que o segredo de amar
Está muito além do horizonte,
É a liberdade de partir ou de perder.
_DD-12-11-03 - 10,30 hs
Campo Grande MS


6.
Salgueiro Triste

Delasnieve Daspet


Olho com avidez o sol.
Danço na escuridão.
E, abraçando a negritude da noite, busco a luz.

Noite, mostre-se!
Traga teu fogo, pois vago no teu desejo.
Traga-me tua carne pois anseio pelos
beijos que sorvem a liquidez de minh´alma.

Estou debaixo das asas do salgueiro.
Salgueiro triste e chorão...
Nos teus galhos balancei a alegria
De minha meninice,
Sonhava e sorria....
Hoje, me embala a nostalgia...

O poeta pode ser perigoso.
Perigoso e imprevisivel,
Pois ele pode chocar como
Uma forte tempestade,
Ou pode chorar como um salgueiro triste!
DD _ 13-04-04 - Campo Grande MS
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.phtml?cod

quinta-feira, junho 11, 2009


sábado, junho 06, 2009

sexta-feira, junho 05, 2009

A Verdade Estava Nua...






Verdade Estava Nua.


Delasnieve Daspet

Ainda tem um cheiro de
Outono no ar.
As folhas caem acolchoando o chão,
Roçando a pele, - úmida - ,
Como um beijo.

A verdade é o que busco.
Não encontro eco nos atos
Mas um grande vazio
De coisas findas.

Um cheiro de outono.
E o vento levou
Uma vitalidade do veneno,
Seiva da morte.

Que nome darei a este cheiro
Do vazio marmorizado
Do outono?

Mas - também -, que importância
Tem um nome?
Nomes são insignificantes
Para quem esconde algo
No coração...

Um dia vais acordar,
Com a alma gelada,
Em estado de contemplação,
Verás que está tudo demais...

E na mente as folhas perdidas,
Vão balançar nas arvores ressequidas,
E verás:
A verdade estava nua.



« De Liberté en Liberté »


Foto de Luis Pavesi by Divine Productions
Na Foto: Diva Pavesi Athanase, Delasnieve e Marc

« De Liberté en Liberté »

De Liberdade em Liberdade, o livro de Delasnieve Daspet faz sucesso em Paris

Delasnieve Daspet, escritora, poeta, advogada e militante das causas pacifistas, sociais e humanas, realizou o seu grande sonho: o de ser editada e distribuída na França, terra de seus ancestrais.

De Liberte en Liberte”, um livro traduzido para o frances pelos escritores e tradutores Marc Galan e Athanase Vantchev de Thracy, distribuído pelo Intituto Cultural de Solenzara.

Coube a mim a honra em apresentar essa obra:
Se eu fosse artista apresentar-lhe-ia como uma obra de arte, uma escultura, um filme ou um perfume:

Se Delasnieve Daspet fosse uma tela; ela seria TINTORETO, o esplêndido pintor renascentista italiano, apaixonado pela Luz e pelos espaços vertiginosos e dinâmicos.
Os poemas de Daspet são potentes, como as obras de Tintoreto são imensas.

Se Delasnieve fosse uma escultura, ela seria a Torre Eiffel, símbolo de força, de liberdade e de beleza.
Os poemas de Daspet são plenos de amor, de mistério, como a torre Eiffel, símbolo de Luz.

Se Delasnieve fosse um filme, ela seria Casablanca, com seus reflexos de luz, cores brancas e pretas, elegantes e carismáticas.
Os poemas de Daspet são como o filme Casablanca, nos incita a viajar no interior da alma.

Se Delasnieve fosse um perfume, ela seria um perfume Frances que eu criaria nesse exato momento nomeado Perfume da Paz e do Amor, porque os poemas de Daspet têm todos os cheiros do amor e da Paz, de sua alma e coração, de sua família, de seus amigos e de sua bela terra natal: Mato Grosso do Sul.

Daspet tem o poder de realizar, depois de traduzida em inglês, espanhol e alemão, agora em Frances para a gloria da humanidade, pois Daspet é a essência do belo e das pedras preciosas, como as pedras brasileiras.

Diva Pavesi

Escritora e Jornalista
Admnistradora e Delegada da Academie Arts Sciences Lettres na França
Presidente de Divine Productions
http://www.divineinstitut.org/
divapavesi@yahoo.fr
Mob : +33 6 63 79 10 67
http://www.divineinstitut.org/
skype: divapavesi

quinta-feira, junho 04, 2009

Condição.




Condição.
Delasnieve Daspet


Para se ter alguém,
Usamos uma armadilha:
O amor!

Uma doce violência.
Um suave torpor.
Um agridoce êxtase.

No meu amor
Coloco-me nua,
Emocional,
Sem limites.

Sou mulher exposta.
Na emoção,
Egoísta no querer.

Não vou amar só.
Tem de ser duo,
Como quem tira
O perfume do ar
Que abastece o ser!

No amor,
Sem condições,
Te dou,
Me dás,
Sem limites!

Enquanto não vens
Te sonho,
Te espero,
Em versos,
Sem condicional!
DD_19-10-2001 - 16 hs
Campo Grande MS
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