domingo, novembro 25, 2012

Reconstrução - poesia de Delasnieve Daspet

Reconstrução
           Delasnieve Daspet
.
Já menti para mim
Para esconder  a dor da teimosia
Que meus olhos demonstram.
.
Já chorei solidão,
Já sorri ilusão,
Da felicidade, sou aprendiz.
.
Hoje, já não me preocupo
Com o que possam pensar.
Consegui me libertar.
.
Reconstruo-me,  mais forte,
Sou liga de ferro,
                                                       Vergo e não quebro,                                               
Posso mudar e rever meus conceitos.
DD_ Campo Grande-MS, 22. 05.11

quarta-feira, novembro 21, 2012

CONVITE PARA CERTIFICAÇÃO E PREMIAÇÃO DO PROJETO " O MEU SONHO DE PAZ "

CONVITE PARA CERTIFICAÇÃO E PREMIAÇÃO
 DO PROJETO " O MEU SONHO DE PAZ "






sábado, novembro 10, 2012

" A MUDANÇA VIRÁ PELA EDUCAÇÃO" - Delasnieve Daspet





 " A MUDANÇA VIRÁ PELA EDUCAÇÃO" - Delasnieve Daspet
.
A empresa FIBRIA - do  Grupo Votorantim desenvolve um trabalho ímpar na área da educação, atuando no Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II e Ensino Médio, todos de escolas participantes do Projeto Parceria Votorantim pela Educação. Aqui em MS a ação é coordenada por Andreia Aparecida  de Moraes da área de Sustentabilidade. O projeto  é  uma ferramenta eficaz para valorizar o trabalho e empenho de professores e alunos, bem como de estímulo à busca por melhorias na qualidade de ensino, pois envolve toda uma comunidade.
A convite, ja participamos do Grupo de mobilização em prol da Educação no municipios de ÁGUA CLARA, em 2011:
Delasnieve Daspet em Água Clara, falando de poesia e de paz - em 2011)
.
.
A mobilização envolve  todos os agentes chave do município, dentre eles escolas, associação, conselhos, comissões legislativas, lideranças religiosas, imprensa local e interessados na temática da educação
E somos um dos  grupos do Projeto Parceria Votorantim pela Educação, que tem por objetivo somar esforços para a melhoria da qualidade da educação pública. É dividido por ciclos - sendo que o primeiro o tema: o acompanhamento das famílias na vida escolar dos alunos e o Concurso Tempos de Escola.
.Em  RIBAS DO RIO PARDO - realizou-se um belíssimo trabalho que culminou, ontem, com a premiação das escolas que participaram e dos alunos que tiveram seus  trabalhos destacados:

.
Ao participar, levo comigo o Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix, France/Suisse, uma vez que temos de falar da paz e ensinar a paz, a  partir das crianças:

 .
com música, canto, poesia,
.
 

 Artes:
.

 .
 falas, escrita, brincadeiras, entrega de premios e homenagens a alunos que tiveram seus trabalhos classificados:
.
 



.
Levo meus livros - para que conheçam o trabalho que desenvolvo no campo da poesia e da paz:

 .
Ontem, lá de Ribas do Rio Pardo, falei com o professor  Silvano de Moraes Hâgu-Tahâk,  da escola municipal Ofaié E-Iniecheki, na Aldeia ENODI, último reduto dos valentes OFAIÉS,e pedi a ele que traduzisse para a lingua ofaié um poema que estou escrevendo sobre a saga desse povo indigena. Os Ofaiés tem um trabalho de esporte e a criação de uma cartilha da lingua ofaié, elaborada pelos remanscente do massacre escravo que sofreram, abraçado pela empresa FIBRIA.

professor  Silvano de Moraes Hâgu-Tahâk,  da escola municipal Ofaié E-Iniecheki
.
Foi o que fizemos - e, a cada dia, sorrio feliz ao pensar que devagar vou construindo a minha proposta - o de falar de paz e de poesia a todos, indistintamente, as pessoas de todas as etnias, de todos generos, de todas  classes, de todas raças, de todos credos, de todas as culturas, cultos ou não, incluídos ou não, adultos ou crianças.
Lembrando, sempre,  que - 
 "A  MUDANÇA VIRÁ PELA EDUCAÇÃO!"
Añua-Guassú!

quarta-feira, novembro 07, 2012

Ninfa M’Barete – Iporãterey Cielo - Tradução e adaptação de Celito Medeiros

( pintura de Celito Medeiros )
Ninfa M’Barete – Iporãterey Cielo


"Agueru pe e me oparupigua
Petei morandu catu
Asapucaise pe itapu haicha
Amombeu hagua che cua catu
Pe che purahei guirapuraheicha
ivitu oguerahata
Pe hemdu hagua oparupi ete che cua tori
Upe Kaiowá maima ohihueteva
Hetaitema o yahe o soro
i membicuera oho pa mombiri
Heta tesai, Kaiowá hasi
Ñande retami, aretema angata pe oico
Doicatui o ñe e
Kiririhape oico
Ha moñe engu
Ñande Kaiowá hei tovema!
Oyoca i sa ,
Coa coetime, opa ma tesai
Oicove yevi, Ñande Kaiowá
Ñemonbarete ve
Ñande retami hata iterei
Co aga oñe e yevi
Osapucise
Kaiowá oicove !
Ivi ipitave
Cuarahi Omimbive
Yevi terori
Mita opucavi
Enterovete itoripa,
Ñande Kaiowá, oicove vi a
Anike pende resarai ugui mita cuimbae
O mo ñohe i tugui oñorairo hape
Ñande marangatu re
Anike pende resarai
Mita cuimbae , pe Acosta Ñu re o tiki i Tugui o mano meve
Ñande raihuhape. Ñande Kaiowá!
(Ninfa M’Barete – Iporãterey Cielo)


ESPANHOL – Dedicado a Delasnieve Daspet pela luta ao lado do povo guarani Kaiowá, sempre em busca da PAZ!
Celito Medeiros

(Ninfa Duarte – Adptacion de Cielito)

Les traigo a todos ustedes
Un recuerdo  cierto (que sucedió)
Quiero gritar como suena el volcán
Para contarles lo que yo sé
Mi canto como cantar de ave
El viento llevará
Para que escuchen por todas partes
Mi  canto mejor
Ese Kaiowá que todos queremos
Ya lloró mucho
Sus hijos ya se fueron todos lejos
Muchas lágrimas se derramaron por el dolor Kaiowá
Nuestro pueblo, mucho tiempo ya está viviendo dolor
No puede hablar
Anda callado, quedó mudo
Nuestro Kaiowá dijo:  Basta ya!
Y soltó las cadenas
En este amanecer terminó el llanto
De nuevo revive nuestro Kaiowá
Se hace fuerte
Nuestro pueblo habla fuerte de nuevo
Quiere gritar
Kaiowá VIVE!
La tierra es más roja
El sol brilla más
Vuelve de reír
Sonríen los niños
Todos están más alegres
En nuestro Kaiowá revive la alegría
No vayan a olvidar jóvenes
La sangre derramada en las peleas
Por amor a la patria
No se olviden jóvenes
La sangre derramada en Acosta Ñú
(Por amor a nosotros).


Ninfa M’Barete – Iporãterey Cielo - poema enviado por Celito Medeiros

Ninfa M’Barete – Iporãterey Cielo

"Agueru pe e me oparupigua
Petei morandu catu
Asapucaise pe itapu haicha
Amombeu hagua che cua catu
Pe che purahei guirapuraheicha
ivitu oguerahata
Pe hemdu hagua oparupi ete che cua tori
Upe Kaiowá maima ohihueteva
Hetaitema o yahe o soro
i membicuera oho pa mombiri
Heta tesai, Kaiowá hasi
Ñande retami, aretema angata pe oico
Doicatui o ñe e
Kiririhape oico
Ha moñe engu
Ñande Kaiowá hei tovema!
Oyoca i sa ,
Coa coetime, opa ma tesai
Oicove yevi, Ñande Kaiowá
Ñemonbarete ve
Ñande retami hata iterei
Co aga oñe e yevi
Osapucise
Kaiowá oicove !
Ivi ipitave
Cuarahi Omimbive
Yevi terori
Mita opucavi
Enterovete itoripa,
Ñande Kaiowá, oicove vi a
Anike pende resarai ugui mita cuimbae
O mo ñohe i tugui oñorairo hape
Ñande marangatu re
Anike pende resarai
Mita cuimbae , pe Acosta Ñu re o tiki i Tugui o mano meve
Ñande raihuhape. Ñande Kaiowá!
(Ninfa M’Barete – Iporãterey Cielo)

segunda-feira, novembro 05, 2012

De manhã - poesia de Delasnieve Daspet



 De manhã
Delasnieve Daspet
 
.
O vento sul, suavemente, balança
As árvores da praça,
O som sibila em meus sentidos,,
Atentos, à beleza que começa
Com o novo dia.
.
.
Levanto cedo para apreciar
O que a natureza nos reserva.
Coloco meu olhar n´alma,
E respeito a grandeza divina
Que se manifesta.
.

.
Ouço os primeiros sabias madrugadores,
Aves solitárias, que duelam com seus cantos;
O bem-te-vi voa faceiro,
O tucano pousa na paineira;
.

.
A coruja, em posição de alerta,
Fica em pé no telhado de sua casa;
Um bando de maritacas com seu canto
Anunciam a alvorada.
.

.
Um casal de arara canta
No que sobrou do espinheiro,
O  céu se tinge de cores suaves,
A praça toda se abre,
E, eu saio na varanda.
.

.
Ao longe os cães ladram,
Verde e amarelo vestem meus olhos
A espera do sol, que altaneiro,
Começa a surgir nos altos do Parque das Nações.
.

 .
Abro os braços e abraço o infinito azul que me acolhe,
Me envolvo nos  raios dourados do alvorecer,
Emito um som gutural em guarani:
Iporãterey!
.
 .
Me entrego ao momento, fico em silêncio,
O amanhecer  é substituído por um dia radioso,
Céu de anil com raios dourados
Enchendo a vida de energia.
.
 .
O céu, agora, uma feeria de cores, deslumbrante,
Minha terra se engalana de luz, de calor, de harmonia,
Tudo fica perfeito,
Um convite para saborear a vida!
Delasnieve Daspet – 31.10.12 Campo Grande-MS
.
.
as fotos que ilustram este poemas foram cedidos
 pela Dra. Keila Matiolli

sexta-feira, outubro 26, 2012

Pescador de Homens - poesia de Delasnieve Daspet

Pescador de Homens
                            autoria:   Delasnieve  Daspet
.
Noite escura, de chuva, dos mais diversos perigos;
O vento bate com força, quente, o  pequeno barco sobraça.
.
Eis que ecoa na noite, uma voz,
Que nos diz que a casa não se prende na terra,
Que não se  busque riquezas,
Assumir a Cruz e a  Coroa de Espinhos,
E, que -  é esta a glória e a honra do Homem.
.
Abandonar  tudo e todos,
Buscar quem precisa de  acolhida,
E  de liberdade de tantos males.
.
Olhei o mar...
Vi que não é apenas verde profundo ou azul celeste,
É também  desconhecido e tormentoso,
Como um lugar de todos os medos.
.
Por que não ir em busca de outros mares?
Pescar outros peixes,
Buscar os que estão prisioneiros
Das drogas,  da fome, do medo,
Das paixões desenfreadas?
.
Sair de si, de mim, de ti,
Batalhar pela gratuidade  e pelo resgate
Em favor do faminto, do empobrecido, de quem sofre?
.
A sociedade, se chamada, continuará a ação,
Não faltará quem assuma a tarefa de derrubar os muros,
De  singrar outros mares.
.
Tocar as trombetas, anunciar uma nova esperança,
Pois a dor não deve passar de mãos em mãos...
Cada homem deve poder cuidar de sua...
Delasnieve Daspet – 09.10.12 Campo Grande-MS

sábado, outubro 20, 2012

À Poesia, ao Poeta! CARTA IX - autoria Delasnieve Daspet

COM VOCES UMA CARTA QUE ESCREVI AO POETA E À POESIA
- a minha homenagem -
http://www.oestadoms.com.br/flip/20-10-2012/p22b.pdf
C6 o Estado
Mato Grosso do Sul Sábado, 20 de outubro de 2012
Arte&Lazer

.
À Poesia, ao Poeta!
 Carta IX
   Delasnieve Daspet
.
Toca ao longe o sino... Blem! é um chamado...
Toca o sino da igreja.  Seis horas. É o sinal para que a natureza se troque.
O sol se esconde na mata dando lugar a noite que chega com todos os seus matizes de negro-dourado, resquício de um último raio de sol.
Ao longe, ainda ouço os pássaros... Pardais, pequenos e céleres pardais que correm em busca de um último grão. Bem-te-vis - charmosos envergando sua vistosa roupagem amarela e contando a todos que viu... mas eu tenho certeza de que nada viu, apenas imagina!
O Sabiá... o seu canto de final de dia é maravilhoso...suave, saudoso. E mais longe grita o Urutau - chamando a lua, que por causa das nuvens tarda o seu chegar. O calor ainda é forte... e as cigarras confirmam que este ano será ainda pior...
De minha varanda aguardo a noite... ela vem de mansinho; mergulho em suas brumas; me abraço em suas cortinas e, olhando através das estrelas que brilham tímidas, recordo...
Pego a caneta e o papel e começo a carta. Carta que não finda.
Antes - perfumo o papel com uma gota de anais anais - na esperança que a brisa me leve a ti a todos os ventos e aragens que circulam pela vida...
Em tempos de e-mails- as cartas perderam a razão de ser...mas como eu gosto, escrevo-as!
Quantas coisas tenho a dizer... podia ligar, podia sim! Mas não seria a mesma coisa - pois tem coisas que só se diz numa carta.
Tem tanta coisa que queria contar - as perdas, inúmeras...
Ganhos, também, foram muitos...!
Tenho conhecido pessoas - tantas - algumas verdadeiras poeiras de beira-rio... outras tão profundas que nem Cícero as descreveria em seus memoráveis discursos, outros ainda, - tão complexos seres...
Mas não perdi a mania e as idealizo, por conta disso, tenho me quebrado além do devido.
Quero falar com alguém, perguntar o que acha, mas ao lado - quando olho - não estás!
Por isso o papel e a caneta me fazem tanta falta pois com eles conto o que quero, dobro e mando...
Na carta os meus sentimentos, as minhas emoções fluem desavergonhadas, sem quaisquer censuras...
E ainda que não tenha todo o tempo do mundo sempre espero cartas...
Espero-as como espero, no findar do dia, os versos do anoitecer...
Falando em versos, amanhã é o dia do poesia.
Poeta é um ser ambíguo... sofre, chora, sorri na mesma hora, e, moldando as palavras - nos faz, também, sonhar, sorrir e sofrer.
Poesia e mulher são iguais em se tratando de dia. Todo dia e dia de poesia, e, é dia da mulher.
E se é dia de poesia, é também dia  da mulher e do homem, já que o masculino e o feminino coexistem todo o tempo. Existimos!
Já se faz tarde e não vens....
Não demores a vir - poesia, não demores a vir, os dias são longos e as noites eternas sem a tua presença em mim.
Neste dia, cumprimento a Poesia e o  Poeta, um não é dissociado do outro. O poeta com a sua poesia nos  traz alegria, reflexões, fantasias tímidas, realistas ou abstratas,  sonhos e até mesmo realidade,  de  forma bem peculiar, escrevendo  em forma de versos, rimas e até mesmo canções alegres ou tristes,nos fazem  refletir sobre a vida .

 *Delasnieve Daspet - advogada e ativista das causas da Paz, Sociais, Humanas, Ambientais e Culturais, Conselheira Estadual de Cultura,Embaixadora Universal da Paz, preside a Associação Internacional Poetas Del Mundo, e, é Poeta, essencialmente.


terça-feira, outubro 16, 2012

Fragmentos das cartas que fomos. - Delasnieve Daspet

Fragmentos das cartas que fomos.
            Delasnieve Daspet
.
Senti saudades do romantismo.
Como era bom o tempo que
esperava tuas cartas.
.
Hoje tudo está tão mecânico.
Num flash-bach rememorei,
antes dos e-mails, as tuas cartas.
.
Peguei na caixinha
todas as cartas trocadas,
amarradas com fita de cetim vermelha.
Algumas já desbotadas na cor,
escrito em finos papéis de seda,
carregavam o perfume do amor.
.
Quanto romance naquelas cartas!
Quantas saudades sentíamos,
quanto carinho tínhamos,
tanto amor, hoje, fragmentos.
.
Com surpresa e avidez reli,
lamentando o que perdi
nas cartas que fomos...
DD_Delasnieve Daspet- 13-04-03 - Campo GrandeMS

http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=71244&cat=Poesias&vinda=S
fascinacao_violino-wav

domingo, outubro 14, 2012

Delasnieve Daspet - acróstico de João Furtado - poeta de Cabo Verde - África


.    Pintura de Celito Medeiros - às margens do  Rio Paraguai em Porto Murtinho ( minha terra)
.
Para DELASNIEVE DASPET presidente internacional dos POETAS DEL MUNDO, que tenha toda a felicidade do mundo!
.
D Do melhor da tua vida
E Estás a doar pela Paz
L Liberdade e justiça social
A Aniversariante Delasnieve Daspet
S Sem duvida que mereces palmas
N Neste dia que os amigos devem
I Imaginar lindas canções
E E a volta de ti cantarem os parabéns
V Vivas e mais Vivas te gritarem
E E agourarem-te felicidades e longos anos de vida!

D De Cabo Verde, Ilhas Maravilhosas
A Algures semeadas no Atlântico
S Seguem votos de Paz e muito amor
P Parabéns pelo rico dia de hoje
E E que tenha muita saúde para
T Teres sempre em pé a bandeira da PAZ!

Praia, 12 de Setembro de 2012
João Furtado
http://joaopcfurtado.blogspot.com/





sábado, outubro 13, 2012

Delasnieve Daspet in "Hora de Acordar..."

.
Hora de Acordar...
Delasnieve Daspet
 .
No dia a dia descortinam-se
Barreiras de indiferenças
Do homem para com seus semelhantes,
Do homem para com a natureza,
Do homem para com a Humanidade....
 .
Criados para o amor
Temos nos refugiado na descrença,
Criados  para viver
Temos nos aperfeiçoado no matar ou morrer...
 .
Criados para a luz
Inventamos – no egoísmo – na falta da sensibilidade
A escuridão para a vida!
 .
Noites sombrias de embriaguez,
- em  loucos delírios –
Aumentamos o vazio da existência...
 .
Criados para a alegria
Nos perdemos para a satisfação do momento
No nosso labirinto íntimo...
 .
Não seja  indiferente...
Ouça o chamado... vem... vem, agora!
Saia de dentro de ti,
Da prisão de  tua frieza,
Da escuridão que te cobre...
 .
Vem!
Vem, para fora!
Saia do teu íntimo egoísta,
Reveste a alegria e da liberdade,
Na construção de um mundo de PAZ!
 .
Vem!
Te chamo....  Chamo a ti e a todos,
Está na hora de acordar,
Está na hora de jogar para o escanteio,
A fome, a miséria, a injustiça e a guerra,
E tantas outras violências...
 .
Vem!
Te espero e te busco nesta caminhada!
Abra os olhos e o coração
Para partilharmos o incomensurável dom da vida
Que recebemos!
DD_DelasnieveDaspet - Campo Grande-MS-12-03-08
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=143262&cat=Poesias&vinda=S